O Sol

nas noites tempestuosas o sol aparece traz um guerreiro, ainda menino, só sonha com os anjos, onde está… embriago me dele, estou nefasta, estou em festas, vou cantar cirandas e pegar meu crucifixo e dizer a ele: “deita aqui na minha alma”. Anúncios

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Noite Escura

Noite escura, misantropia, um anjo cola no meu ser e se digna a dizer: “morri faz séculos e ainda não esqueci tua presença nas minhas trevas”. Eu me calo e apenas durmo numa palha miraculosa.

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Sombras

A noite escura e as mãos pálidas juntas, um sussurro na ventania: “aleluia! Estou perto das tuas sombras”.

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Alma

Minha alma um farfalhar de corvos, a morte pousa e murmura: “sou destas que reza teus terços junto a vós”.

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Taberna

Nas noites os cálices de prata brindando aleluia e meu anjo anunciando meu canto, um medieval urro de um corvo naquela esdrúxula taberna.

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